
Quem me conhece, sabe que eu assisto à qualquer tipo de filme. Pode ser infantil em excesso, um terror com pouca história, uma ação descerebrada e barulhenta ou aquela típica comédia romântica adolescente... dependendo da disposição e do estado de espírito, está valendo. Mas é claro que eu tenho minhas preferências e muitas vezes (e pela falta de tempo), esses filmes ficam esquecidos e largados de lado por um tempo.
Dia desses eu assisti em casa junto com a minha esposa, Seu Amor, Meu Destino (2000), longa de estréia do diretor Mark Piznarski.
A história transita entre o romance e o drama envolvendo principalmente três personagens: Kelley (Chris Klein, canastrão como sempre), Samantha (Leelee Sobieski) e Jasper (Josh Hartnett). Kelley é o rapaz riquinho e marrento que se apaixona por Samantha, uma moça que trabalha em uma lanchonete e que por sua vez é namorada de Jasper. Os dois marmanjos se envolvem numa briga que culmina em um acidente com carros, destruindo a lanchonete onde Samantha recebe o seu ganha pão. Como castigo, ambos devem trabalhar na reforma do estabelecimento. Esse fato, acaba aproximando Kelley de Samantha, formando aí, um confuso triângulo amoroso.
Achei interessante a abordagem de um amor entre duas pessoas com condições financeiras bem distintas e sobre lidar com as perdas da vida. No entanto, apesar de toda a mensagem edificante, faltou emoção e uma maior identificação com os personagens.
Não gostei também da condução de toda a história. Em certo momento me lembrei de Um Amor para Recordar, que emocionou muito mais.
Um filme que dá sono, mas que tem um ponto positivo: a sua curta duração. Nota 2